No Brasil, cada estado carrega sua própria identidade gastronômica, seus hábitos de consumo e sua relação cultural com a comida e a bebida. Do Norte ao Sul, encontramos paladares, tradições e climas muito diferentes — e tudo isso interfere diretamente no planejamento de um casamento.
Quando o assunto é organizar o grande dia, a máxima “antes sobrar do que faltar” perdeu espaço para uma nova lógica: planejamento inteligente. A festa ideal tem fartura, sim, mas sem desperdício e, sobretudo, sem prejuízo. Cada celebração é única e, por isso mesmo, personalização é a palavra-chave.
O ponto de partida não poderia ser outro: a lista de convidados. É ela que determina o volume real do evento e ajuda a alinhar o que será servido ao perfil de quem estará presente.
Algumas perguntas essenciais orientam as escolhas:
– Os convidados consomem mais ou menos álcool?
– O evento será brunch, almoço, coquetel ou jantar?
– O clima será quente ou frio?
Temperaturas mais altas naturalmente aumentam o consumo de bebidas — especialmente a cerveja, tão presente na cultura brasileira. O clima também influencia o cardápio: pratos leves, frutas e antepastos ganham destaque em estações quentes, enquanto menus mais robustos brilham em períodos frios.
Segundo Lúcia Reis, idealizadora da Brie Me Home,
“Todos os nossos cardápios são personalizados de acordo com o perfil do evento e dos pratos que serão servidos. Seguimos o estilo australiano Grazing Food na montagem das mesas de antepastos — as Grazing Tables — caracterizadas pela diversidade de sabores, que agradam a diferentes paladares e encantam pela apresentação diferenciada.”
Ao escolher o buffet, priorize empresas e personal chefs especializados em casamentos. Selecione três opções, apresente o estilo da festa e o perfil dos convidados e, sempre que possível, agende degustações. Em muitos casos, o buffet oferece o serviço de bebidas, mas é comum que os noivos comprem por conta própria, deixando o serviço para a equipe. Independentemente do formato, conhecer as opções e alinhar expectativas é essencial.
A escolha das bebidas deve acompanhar o clima, o horário e a proposta do evento.
Em dias quentes, aposte em cerveja, espumante, vodka, energético, drinks refrescantes e vinhos brancos — ideais para celebrações diurnas. À noite, o vinho tinto ganha destaque. Em temperaturas mais baixas, espumante, vinho tinto, caipirinhas, whisky e energético são sempre bem-vindos.
E, como reforça toda equipe profissional da área, exigir nota fiscal é indispensável: ela garante a procedência e a qualidade das bebidas adquiridas.
Quando o assunto é comida, o Brasil se destaca pela diversidade: buffets tradicionais, estações temáticas, chefs ao vivo, mesas regionais e receitas afetivas que contam a história do casal. Incorporar sabores locais ou pratos típicos da região onde a festa acontece pode transformar o buffet em uma experiência cultural e profundamente personalizada.

Lúcia Reis também destaca que:
“A variedade de ingredientes, a qualidade dos insumos e a harmonia estética são essenciais para surpreender. Nosso trabalho valoriza fornecedores regionais — queijos mineiros artesanais, salumerias locais, geleias artesanais e pães de fermentação natural. A Grazing Table se transforma em uma celebração da cultura gastronômica local.”
Planejar bebidas e buffet é uma arte que envolve pesquisa, diálogo e boas escolhas. Quando clima, perfil dos convidados, tradições regionais e profissionais experientes se alinham, a festa se transforma em uma experiência completa — saborosa, personalizada e inesquecível.
E para que tudo isso aconteça sem preocupações, contar com um cerimonial especializado faz toda a diferença. É esse profissional que garante organização, tranquilidade e acesso a uma curadoria confiável de fornecedores — permitindo que os noivos vivam cada momento do grande dia com leveza e segurança.


