É muito comum ouvir que “mini wedding” significa uma celebração pequena, aconchegante e intimista. E é verdade. Mas também é importante desfazer um mito: mini wedding não é sinônimo de casamento econômico — embora possa ser uma forma de reduzir custos. Às vezes, a escolha é simplesmente pelo desejo de viver tudo com mais leveza, calma e significado.
Para famílias grandes e muito unidas, essa modalidade pode não ser viável. E aqui vai um conselho prático, mas valioso:
se a intenção for manter a lista realmente reduzida, evite anunciar o casamento nas redes sociais. Acredite, isso faz diferença.
Impossível falar de mini wedding sem lembrar do meu próprio casamento, vivido de forma profundamente íntima e cheio de simbolismos. Me casei no civil em 20/10/2017 — data escolhida por ser a mesma em que meus avós se casaram e viveram mais de 60 anos juntos. No dia seguinte, celebrei com apenas 50 convidados. A festa envolveu 19 profissionais diretamente e muitos outros até o grande dia.
Planejei tudo em cinco meses e investi pouco mais de R$ 18.000,00 — um valor que não é o mínimo, nem de longe o máximo. Mas era o necessário para realizar exatamente o que nós queríamos. E é importante estarem alinhados como casal.
Ao contrário do que muitos pensam, é totalmente possível fazer festa com poucas pessoas. A chave é o planejamento. Escolhi uma casa aconchegante onde coubessem cerimônia, mesa do bolo, bar, pista de dança e até um jardim para quem preferisse conversar.
Como casal, decidimos quebrar os protocolos. Saí do carro para encontrar meu noivo — uma cena inspirada no início do nosso relacionamento — e entramos juntos ao som de Nothing Else Matters, do Metallica. Não tivemos padrinhos, damas ou cortejos tradicionais. A celebração foi feita por um grande amigo de infância que encontrou as palavras perfeitas para marcar nosso momento.
Depois das alianças, cortamos o bolo, brindamos, cumprimentamos os convidados (ufa, eram só 50! 😂) e fomos direto para a festa. E que festa! No cardápio, entradas, salgados, petit gourmet, saladinhas e um delicioso rodízio de pizza. O bar atendeu todos os gostos — cerveja, whisky, drinks, suco, refrigerante — e a pista ficou por conta de um DJ que transitou do funk ao rock. Dancei muito e conversei com todos. Não deixamos de comer, beber, registrar e viver cada segundo.

E aqui reforço: cerimonialista faz toda diferença. Mesmo com poucos convidados, ter alguém cuidando dos detalhes traz paz — e torna tudo muito mais fluido.
No fim, joguei buquê, passei gravata, dancei sem parar e só desci do salto no final. Saí realizada. Não mudaria nada.
Mas vamos ao que interessa para quem está planejando:
Por onde começar seu mini wedding?
- A lista de convidados
É desafiador, eu sei. Mas funciona. Priorize quem realmente faz parte do seu presente. E lembre-se: imprevistos acontecem. No meu casamento, dez convidados não foram — e tudo bem. - A escolha do local
Pode ser sua casa, um restaurante ou um espaço pequeno para alugar. O importante é que reflita o estilo do casal. - Convites impressos
Mesmo com poucos convidados, demonstre carinho e cuidado. Convite físico ainda emociona e é uma ótima oportunidade de reencontros para um café antes do casamento. - Contrate uma cerimonialista
Mesmo em casamentos íntimos, o suporte profissional evita desgastes e garante que vocês aproveitem cada instante. - Comida e bebida de qualidade
Poucas pessoas não significa pouca entrega. Sirva bem, com atenção aos detalhes. - Música e clima da festa
É ela quem embala o momento e cria as memórias afetivas da noite. - Registros profissionais
Seja para dez ou mil convidados, fotografia e filmagem são investimentos que permanecem.
E para inspirar ainda mais…
“O Mini Wedding é a oportunidade de realizar um sonho preparado meticulosamente. Cada detalhe deve expressar o amor que promoveu essa união e encantar com uma experiência inesquecível não apenas os convidados, mas também os noivos.”
Fonte: grupotrio.com.br


